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Imobiliárias que querem entrar no Simples Nacional em 2027 precisam começar a se preparar agora

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Imobiliárias que querem entrar no Simples Nacional em 2027 precisam começar a se preparar agora

Empresas do mercado imobiliário devem aproveitar os próximos meses para revisar débitos, pendências fiscais e o enquadramento tributário antes do período de opção pelo regime.

Setembro pode ser um mês importante para as imobiliárias que pretendem ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027. Embora a opção pelo regime para empresas já constituídas ocorra no período estabelecido para o início do ano, esperar janeiro para verificar a situação do CNPJ pode trazer surpresas.

Débitos tributários, pendências cadastrais e outras irregularidades podem impedir o ingresso no Simples Nacional. Por isso, antecipar essa análise dá à empresa mais tempo para identificar problemas, avaliar formas de regularização e entender se o regime é realmente a melhor alternativa para o negócio.

Para uma imobiliária, a escolha do regime tributário pode representar uma diferença importante na carga de impostos e na organização financeira da empresa.

Imobiliária pode ser optante pelo Simples Nacional?

Sim. Uma imobiliária pode optar pelo Simples Nacional desde que atenda às condições previstas para o regime e não esteja enquadrada em alguma situação impeditiva.

No entanto, não basta olhar apenas para o faturamento. É necessário analisar as atividades exercidas pela empresa, os CNAEs utilizados, a origem das receitas e a situação fiscal do CNPJ.

Uma imobiliária, por exemplo, pode ter receitas provenientes da intermediação na venda de imóveis, administração e gestão de locações e outros serviços relacionados à atividade imobiliária.

Essas diferenças precisam ser consideradas na análise tributária, já que a forma de tributação pode variar conforme a atividade e a receita da empresa.

Por que começar a preparação em setembro?

Um dos principais motivos é ganhar tempo.

Uma imobiliária que pretende optar pelo Simples Nacional em 2027 pode descobrir que possui débitos ou alguma irregularidade somente quando estiver próximo do período de opção. Dependendo da situação, resolver o problema pode exigir pagamento, parcelamento, correção cadastral ou outras providências.

Ao iniciar essa revisão com antecedência, o empresário consegue identificar eventuais impedimentos e organizar a regularização sem a pressão dos últimos dias.

Também é uma oportunidade para fazer algo ainda mais importante: verificar se o Simples Nacional realmente representa a melhor escolha para aquela imobiliária.

Quanto uma imobiliária paga de imposto no Simples Nacional?

Não existe uma única alíquota válida para todas as imobiliárias.

O valor dos tributos depende de fatores como atividade exercida, faturamento acumulado, natureza das receitas e enquadramento aplicável a cada operação.

Duas imobiliárias com faturamentos semelhantes, por exemplo, podem apresentar situações tributárias diferentes dependendo dos serviços prestados e da estrutura de cada empresa.

Por isso, antes de solicitar a opção pelo Simples Nacional, é recomendável realizar uma simulação tributária e comparar os diferentes cenários.

A economia aparente de um regime nem sempre significa que ele será a alternativa mais vantajosa quando toda a operação da empresa é considerada.

Imobiliárias excluídas do Simples precisam redobrar a atenção

A preparação é ainda mais importante para empresas que foram excluídas do Simples Nacional ou possuem pendências que possam dificultar o retorno ao regime.

O primeiro passo é entender exatamente o motivo da exclusão ou da irregularidade.

A partir daí, devem ser avaliadas as possibilidades de regularização, que podem envolver quitação de débitos, parcelamentos, ajustes cadastrais ou outras medidas, dependendo da situação encontrada.

Quanto antes essa análise for realizada, maior será o prazo disponível para solucionar eventuais problemas antes do período de opção para 2027.

Planejamento tributário ganha importância para o mercado imobiliário

A escolha do regime tributário não deveria ser feita apenas com base na alíquota inicial do Simples Nacional.Faturamento, composição das receitas, estrutura societária, folha de pagamento, atividades exercidas e perspectivas de crescimento precisam entrar nessa conta.

Além disso, o avanço da Reforma Tributária aumenta a necessidade de acompanhamento das mudanças que atingirão empresas e profissionais do mercado imobiliário nos próximos anos.

Nesse cenário, revisar a situação tributária antes da virada do ano pode ajudar a imobiliária a tomar decisões com mais informação e evitar escolhas feitas às pressas.

Sua imobiliária está preparada para 2027?

Para quem pretende entrar ou retornar ao Simples Nacional no próximo ano, setembro pode ser um bom momento para começar a preparação.

A recomendação é verificar a situação fiscal do CNPJ, identificar possíveis pendências, revisar as atividades cadastradas e realizar uma simulação antes de decidir pelo regime.

Esperar o período de opção para começar essa análise pode reduzir o tempo disponível para corrigir problemas.

Conteúdo com informações da Azon Contabilidade, especializada no atendimento ao mercado imobiliário.

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