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FRAUDE NAS ELEIÇÕES DO SISTEMA COFECI-CRECI?

FRAUDE NAS ELEIÇÕES DO SISTEMA COFECI-CRECI?

FRAUDE NAS ELEIÇÕES DO SISTEMA COFECI-CRECI?

Será que realmente houve atos ilícitos no processo eleitoral do Sistema COFECI-CRECI?

Nós fomos atrás dos fatos e averiguamos que é possível que tenha sim ocorrido fraude nas eleições em alguns dos CRECIs nesse ano de 2021.

Neste artigo não vamos entrar no mérito da regularidade das chapas de oposição, já que essas tinham liminar da justiça para participarem do pleito eleitoral desse ano. Mas diante de vários manifestos de insatisfações, processos judiciais e até inquérito na Polícia Federal, o Portal Publicidade Imobiliária foi buscar informações para que você saiba mais sobre o que está acontecendo. A seguir relatamos alguns dos fatos:

  1. Mesmo com liminar concedida pela justiça para que as chapas de oposição pudessem participar do pleito eleitoral, a CEF – Comissão Eleitoral Federal, indicada pelo próprio Sistema COFECI-CRECI, através de apenas um membro da comissão eleitoral, decidiu arbitrariamente, desrespeitando decisão judicial, pela impugnação das chapas de oposição faltando horas para o início das eleições;
  2. Após as eleições de chapa única, foi constatado que, desta vez, a ata de eleição dando vitória às chapas de situação fora assinada por todos os membros da comissão eleitoral.
  3. Para a nossa surpresa, um dos membros da CEF se manifestou aterrorizado em ver publicado no site do COFECI tanto a impugnação dessas chapas sem a sua assinatura e, posteriormente, a ata final de eleição, agora, constando a sua assinatura, sendo que ele NÃO HAVIA assinado nada. Preocupado, esse membro da CEF, senhor Oswaldo Siqueira, conforme documento aqui apresentado, registrou publicamente em cartório que não participou, não tomou ciência dos fatos e nem assinou pela impugnação e muito menos a ata final de eleição.

Confira a escritura pública de que o senhor Oswaldo, membro da CEF, não participou nem dos atos de impugnação e muito menos assinou a ata final de eleição, o que seria obrigatório.

Não vamos adentrar aqui, ainda, nos demais diversos aspectos alegados pelas chapas de oposição como outros atos que comprometem a imagem do Sistema COFECI-CRECI, bem como a falta de lisura e imparcialidade em todo o processo eleitoral com o único intuito de prejudicar esses mesmos concorrentes, pois esses casos também estão sendo analisados em juízo. Mas, diante dos fatos relatados acima, será que realmente não houve falsificação de documentos e ilegalidades no processo eleitoral?

Ocorre que, pelo próprio edital de eleição elaborado pelo Sistema COFECI-CRECI, os processos, inclusive de impugnações, devem ser analisados primeiramente pela CAE – Comissão de Análise Eleitoral e posteriormente apreciada e acatada ou não pela CEF – Comissão Eleitoral Federal. E pelas datas das impugnações, faltando horas para início das eleições, não houve tempo e nem prazo legal para isso, muito menos foi dado prazo para as defesas das chapas de oposição. Neste caso, mesmo a CEF não respeitando o próprio edital, deveria no mínimo ter permitido a participação das chapas de oposição nas eleições. Caso fosse realmente comprovado alguma irregularidade dessas chapas posterior às eleições, essas ainda poderiam ser impugnadas, se fosse o caso, cabendo o amplo direito a defesa.

Pra nós que acompanhamos de perto o mercado imobiliário chega a ser assustador. Se todos esses atos forem confirmados nos dá a impressão que existe uma máfia que quer se perpetuar no poder.

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As chapas de oposição impugnadas estão pedindo na justiça a anulação dessas eleições para que seja marcada nova data para novo pleito eleitoral. E é diante desses fatos que as chapas prejudicas estão entrando com processos na justiça, entrando com pedido de investigação no Ministério Público Federal e, inclusive, inquérito na Polícia Federal para apurar possíveis fraudes, falsificação de documentos, parcialidade e conluio da CEF com as chapas que são representadas por aqueles que já estão no poder, administrando os CRECIs pelo Brasil.

Se tudo isso for confirmado, será uma mancha para a imagem daqueles que estão a frente da entidade COFECI-CRECI; mancha essa que não condiz com a postura que é exigida e praticada pelos Corretores de Imóveis.

Enfim, estaremos atentos a novas informações até o desfecho final dessa história que precisa ser muito bem esclarecida.

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