Coworking: o salto que o mercado imobiliário precisava

Escritórios compartilhados, conhecidos também como coworking, já são realidade no mercado imobiliário. O modelo de negócios tornou-se alternativa para os profissionais otimizarem tempo, custos com locação de espaço e promover maior troca de experiências.

De acordo com dados publicados pela Coworking Brasil, esse formato inovador de negócio movimentou R$ 127 milhões no país em 2018 – representando um aumento de 57% em relação ao ano anterior. O número de espaços cresceu 48%, de 810 para 1.194 unidades, enquanto a quantidade de estações de trabalho chegou a 88 mil.

A proposta de coworking atende empreendedores de pequenos negócios, profissionais desenvolvedores de startups, freelancers, além de pessoas que necessitam de flexibilidade para o uso de escritórios que fujam do padrão tradicional. São dois fatores predominantes que alavancaram o modelo de negócios no mercado imobiliário brasileiro: espaços reduzidos e econômicos.

Este formato estimula a rotatividade dos estabelecimentos comerciais, contribuindo para a troca de experiências entre profissionais alocados em um mesmo espaço. A partir disso, são incentivadas parcerias, novas oportunidades comerciais e prospecção de novos clientes.

Outro importante fato que motiva o crescimento do modelo de negócios em âmbito nacional é a venda de franquias imobiliárias para pessoas físicas. Ou seja, o corretor de imóveis pode ter o seu ambiente de trabalho sem vínculo com a imobiliária e o franqueador é capaz de usar o sistema de relacionamento com o mercado da franquia via internet.

Fonte: Eztec

 

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