Todas as faces da crise

A gente liga o televisor e o rádio, abre os impressos informativos, acessa os sites na internet e o que se lê e se ouve é falar da Crise financeira que assola o Brasil. São tão fortes os apelos midiáticos que terminam contagiando negativamente as pessoas, independente das classes sociais. Tem gente que sequer sabe o que isso significa, que nada mudou em sua vida senão o grau do seu consumismo, mas numa demonstração de querer dizer que está por dentro do assunto adota a palavra Crise no seu vocabulário diário. É a Crise!

É claro que existe uma Crise, mas na boca dos brasileiros ela ganha dimensão maior. Os empresários gananciosos adoram justificar sua ausência no quesito solidário com a Crise. Para muita gente é chique reclamar da Crise, mesmo que quase nada tenha mudado na vida dela. Elas continuam atendendo aos apelos comerciais para que se compre os modelos atuais de aparelhos de telefone celular, televisores, geladeiras, aparelhos de som, carros… Ah! Cada mídia comercial mais tentadora que outra. E os viciados no uso dos cartões de crédito ficam loucos, metem os pés pelas mãos e terminam comprando tudo até chegar as faturas quilométricas, não conseguem paga-las e terminam no SPC e Serasa.

Essa crise de consumismo exacerbada demonstra o quanto o ser humano vive infeliz com seus limites e o olho engorda vendo as conquistas materiais do vizinho que tem competência e empregos melhores. O vizinho viaja, põe as fotos dos lugares nas redes sociais e isto faz com que os infelizes e descapitalizados queiram fazer o mesmo. Aliás, essa coisa de viagens constantes têm uma característica própria neste momento. Muitas pessoas viajam pelo mundo em busca de algo que não encontra dentro de si, a paz e o amor ao seu espírito.

Na verdade, a Crise brasileira é muito mais moral do que financeira. E a Crise no ser humano é espiritual. O material já não corresponde mais com a felicidade e a tranquilidade interior. Esses viajantes precisam fazer a grande viagem ao seu interior e descobrir que Felicidade não se conjuga com o verbo Ter e, sim, com o verbo Ser.

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Agradeço gentilmente ao meu amigo jornalista sergipano Ledinaldo Ameidha (whatsapp 79-988257960) pela autorização deste maravilhoso texto.

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