Publicidade Vantagens exclusivas para corretores de imóveis na Accounttech
Início Mercado Imobiliário O país tem R$ 12 trilhões em imóveis públicos parados e paga...

O país tem R$ 12 trilhões em imóveis públicos parados e paga para não usar o que já é seu

0
O país tem R$ 12 trilhões em imóveis públicos parados e paga para não usar o que já é seu
Sebrami

Levantamento do CIMI360 mapeia o patrimônio imobiliário da União, dos estados e dos municípios e expõe o desperdício: milhares de prédios vagos, invadidos ou em uso irregular, enquanto o poder público gasta para mantê-los fechados. O tema abre o congresso, em agosto, no Rio de Janeiro.

Enquanto o país discute moradia, escola e hospital, mantém parado um dos maiores ativos que possui. O patrimônio imobiliário público brasileiro, somando União, estados e municípios, é estimado pelo CIMI360 em cerca de R$ 12 trilhões a valor de mercado atualizado. Só a União tem 742 mil imóveis, e uma parte relevante está vaga, invadida ou em uso irregular.

O paradoxo: mesmo fechado, esse patrimônio gera despesa.

Os números que sustentam a pauta

Os dados vêm de levantamento do CIMI360 com base no Acórdão nº 160/2024 do Tribunal de Contas da União (TCU) e em números da Secretaria de Patrimônio da União (SPU):

  • Patrimônio: a União vale entre R$ 1,35 trilhão (TCU) e R$ 1,72 trilhão (SPU); estados somam R$ 800 bilhões e municípios, cerca de R$ 2 trilhões. A valor de mercado atualizado, a estimativa do CIMI360 chega a R$ 12 trilhões.
  • 2.487 imóveis vagos, 342 invadidos, 720 em utilização irregular e 112 vagos há mais de 30 anos.
  • 17.559 imóveis aguardam regularização e 2.829 são passíveis de destinação imediata, ou seja, poderiam virar negócio ainda hoje.
  • A conta do desperdício: R$ 62 milhões por ano só em manutenção, contra uma receita de apenas R$ 1,2 bilhão. Onde há gestão, o retorno é de R$ 20 para cada R$ 1 investido.

O país paga para não usar o que já é seu

“O país paga para não usar o que já é seu. Cada prédio parado é uma oportunidade urbanística perdida: poderia ser moradia, poderia ser escola, poderia ser hospital”, afirma Heitor Kuser, CEO e idealizador do CIMI360.

Onde o problema começa a ser resolvido

A destinação desse patrimônio é a pauta central do Fórum CIMI Imóveis Públicos, dentro do CIMI360, que reúne na mesma mesa quem decide e quem pode executar: TCU, SPU, Emgea, BNDES, Caixa, Ministério das Cidades e ONU-Habitat, entre outros.

Banner com informações sobre resgate de presentes e publicidade imobiliária

A proposta do setor é prática: abrir convênios de avaliação com corretores, estruturar parcerias público-privadas e fundos imobiliários de imóveis estatais para transformar patrimônio parado em movimento econômico.

“Ninguém avalia o valor real de um imóvel melhor do que um corretor. Com convênios de avaliação e parcerias com o setor privado, o poder público destrava esse estoque e transforma custo em receita”, defende Kuser, que também preside o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Imóveis Públicos (INDIP).

Por que o tema esquenta agora

Em ano eleitoral, a destinação dos imóveis públicos entra na disputa política e ganha os holofotes. Do lado do mercado, cresce o interesse internacional: o CIMI360 recebe pela primeira vez no Brasil o congresso da CILA, que reúne 16 países, e projeta mais de 10 mil participantes de 40 nações, muitos de olho justamente nesse mercado trilionário.

Fonte disponível para entrevista

Heitor Kuser é CEO e idealizador do CIMI360 e uma das principais referências do setor no Brasil e no exterior. Preside o INDIP (Instituto Nacional de Desenvolvimento de Imóveis Públicos), credencial direta neste tema, e é especialista em ativos estressados, com operações que somam mais de R$ 2 bilhões em 180 cidades.

Representa o mercado brasileiro em fóruns internacionais, incluindo o MIPIM, em Cannes. Está à disposição para entrevistas, com dados exclusivos e casos concretos.

Ângulos que o porta-voz pode desenvolver:

  • O mapa do desperdício: quais imóveis, onde estão e quanto custam parados.
  • Os 2.829 imóveis com destinação imediata: o que trava e como destravar.
  • O papel do corretor: avaliação, convênios e parcerias público-privadas.
  • A leitura política: por que a disputa por esse patrimônio cresce em ano de eleição.

“Não se trata de vender imóveis, e sim de mudar a vida das pessoas”, resume Kuser, sobre o lema que orienta o congresso.

Sobre o CIMI360

O Congresso Internacional do Mercado Imobiliário é o maior e mais completo evento do setor na América Latina, reunindo profissionais, empresas e entidades de mais de 40 países em torno de aprendizado, negócios e inovação. Em 2026, chega à terceira edição, com mais de 90 oficinas práticas e mais de 200 speakers.

Saiba mais:
cimi360.com.br
@cimi360_


SERVIÇO

CIMI360 2026
27 e 28 de agosto de 2026
Riocentro, Rio de Janeiro/RJ

Deixe um comentário sobre esse assunto