Taxas de juros, Financiamento e inflação baixas aquecem mercado imobiliário

O mercado imobiliário já vem se recuperando com força e os indicadores vêm demonstrando um crescimento impactando positivamente a economia brasileira.

O ano de 2018 e essa é hora de investir no mercado imobiliário. O sonho da casa própria é um dos planos que continua no topo da lista dos brasileiros. Para quem deseja dar início a esse projeto as perspectivas são positivas. Taxas de juros mais baixas e preços estabilizados, a Caixa Econômica Federal retomando a linha de empréstimo imobiliário Pró-Cotista, uma das mais baratas do país já são alguns dos motivos para o primeiro passo rumo à sua própria moradia.

O preço dos imóveis residenciais anunciado em 20 cidades brasileiras fechou 2017 com queda nominal (sem considerar a inflação). (Veja Aqui). Essa foi o primeiro ano de retração nos preços em 10 anos, quando o indicador começou a ser medido.

O ano de 2018 entra com as condições fundamentais para a retomada da economia. São elas: taxa de juros baixas – a mais baixa da história – com expectativa de mais queda; e inflação muito baixa, está quase abaixo do piso da meta. Isso é um fator muito positivo”, lembrou Irenaldo Quintans, vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC).

A confiança do mercado imobiliário está voltando.

Uma pesquisa realizada pela Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (ADIT Brasil) revela que 91% dos empresários do setor pretendem voltar a investir ou empreender em 2018.

Segundo o estudo, a região Sudeste lidera, respondendo por 40% da área de interesse dos entrevistados. A pesquisa Perspectiva de Mercado, que ouviu 174 associados da Adit Brasil, entre os meses de outubro e novembro, mostra que não são só as capitais que devem receber investimentos.

Atualmente, a percepção da maioria dos empresários do setor (68%) é que o mercado imobiliário está em uma curva de retomada no Brasil, ainda que de forma lenta. Por outro lado, as projeções para o próximo ano são mais animadoras para o setor. O percentual, por exemplo, de quem acredita que 2018 será de retomada com crescimento elevado é de 29%. Neste ano, a expectativa de crescimento para o setor é de apenas 2%. E a margem daqueles que acreditam que 2017 é de declínio/recessão (9%) cai para apenas 3% no ano seguinte.

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