Profissões como corretor de imóveis e outras devem desaparecer até 2025

Até 2025, uma em cada três vagas vai ser substituída por tecnologia inteligente e o mercado de trabalho pode sofrer mudanças definitivas.

Os avanços da tecnologia devem extinguir pelo menos dez profissões em um curto espaço de tempo. É o que diz o estudo de uma das maiores consultorias do mundo.

Em nove anos algumas profissões devem praticamente desaparecer e outras vão ficar mais em evidência. Um levantamento da Ernest & Young, uma das maiores empresas de consultoria do mundo, prevê a extinção de algumas funções até 2025. São elas: operador de telemarketing, contador, digitador, corretor de imóveis, caixa, trabalhador rural, árbitro, agente de crédito, subscritor de seguros e reparador de relógios.

O consultor Antonio Gil Franco diz que as primeiras dispensas devem começar pelos trabalhadores com salários mais baixos.

“A digitalização e robotização vão realmente de certa forma eliminar muitas das posições que a gente entende que são aquelas posições que hoje em dia são aquelas posições que, por exemplo, ganham menos”, explica Antonio Gil Franco, sócio de consultoria em gestão de pessoas da Ernest & Young.

Já outras funções vão se tornar populares em um curto espaço de tempo: “professional triber”, uma espécie de formador de equipes multidisciplinares dentro da empresa; professor freelancer; cuidadores; instaladores domésticos especialistas em tecnologia (em consequência do aumento de casas inteligentes e com automação); designer especializado em impressão 3D; e designer de realidade virtual..

Avanço da tecnologia, força de trabalho mais velha, digitalização. Isso tudo deve impor uma série de transformações no mercado de trabalho em todo o mundo e na forma como os funcionários vão ser contratados.

Até 2025 uma em cada três vagas vai ser substituída por tecnologia inteligente. Menos de 30% das empresas estão preparadas para essa mudança e, se essas empresas não acordarem logo para um futuro tecnológico cada vez mais próximo, elas podem perder competitividade.

“Elas vão ter margens mais apertadas, ou seja, você realmente vai precisar de eficiência para você realmente conseguir sua lucratividade. A mão de obra tem que ser uma mão de obra que ela tem que estar especializada naquilo que você realmente precisa”, alerta o consultor Antonio Gil Franco.

Fonte: G1

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