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Por que corretores de imóveis correm mais riscos de cair na malha fina?

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Por que corretores de imóveis correm mais riscos de cair na malha fina?

Segundo informações divulgadas pela Receita Federal, cerca de 11 milhões de declarações de Imposto de Renda foram entregues até o dia 13 de abril de 2026. Ao longo desse período, surgiram diversas inconsistências, fazendo com que aproximadamente 896.500 dessas declarações ficassem retidas na malha fina.

Esse assunto causa bastante preocupação para os corretores de imóveis, que costumam ter particularidades nos rendimentos, gerando uma insegurança ao preencher e enviar a declaração à Receita Federal.

O que torna a declaração do corretor de imóveis mais complexa?

A profissão de corretor de imóveis envolve muitas variáveis, principalmente em relação ao valor das comissões e a forma de recebimento desses pagamentos. Como a remuneração costuma ser baseada, em grande parte, nas vendas realizadas, é comum que os ganhos oscilem ao longo do tempo.

Além disso, alguns contratos podem ter regras específicas de repasse, parcelamento ou divisão de comissão, o que torna a gestão financeira e tributária ainda mais complexa. Por isso, contar com um acompanhamento especializado faz toda a diferença para manter a organização, evitar erros e garantir mais segurança na hora de declarar seus rendimentos.

Como preencher a declaração corretamente?

Para entregar a declaração, o profissional precisa considerar as particularidades da sua atuação. Os principais fatores de atenção são:

  • Modelo de atuação: Alguns profissionais atuam como pessoa física e outros possuem um CNPJ. Essa diferença impacta na necessidade, ou não, de preencher o Carnê-Leão e nas informações que precisam ser inseridas na declaração de pessoa física.
  • Contratante: O modelo de atuação do contratante (pessoa física ou jurídica) também impacta no Carnê-Leão e na declaração.
  • Fontes de Renda: Alguns corretores de imóveis possuem mais de uma fonte de renda. Esses rendimentos precisam ser inseridos separadamente na ficha correta, de acordo com suas especificidades.
  • Comissões: Existem casos em que o corretor recebe um bem (imóvel, automóvel, etc) como pagamento de uma comissão, gerando a necessidade de informar o item em formato de propriedade (bens e direitos) e como rendimento (valor da comissão).

Quais os principais motivos que levam à malha fina?

  1. Omitir valores recebidos: A Receita Federal compara as informações declaradas na DIMOB (por imobiliárias, construtoras e cartórios) com a sua declaração. Além disso, os mecanismos de cruzamento de dados são aprimorados a cada ano. Com ferramentas como a Inteligência Artificial e o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), fica cada vez mais fácil encontrar inconsistências no Imposto de Renda.
  2. Falta de informe de rendimentos: O profissional que atua como PJ não recebe um informe de rendimentos da empresa pagadora. Portanto, ele é o único responsável pela apuração do seu faturamento e pela declaração, tanto de pessoa física como de pessoa jurídica.
  3. Não usar o Carnê-Leão: O corretor de imóveis pessoa física que presta serviços para outras PFs precisa preencher o Carnê-Leão mensalmente e pagar a guia de imposto que será gerada através do sistema. Não cumprir essa obrigatoriedade pode gerar multas, malha fina e problemas futuros com a Receita Federal.
  4. Inserir rendimentos na ficha errada: Ao preencher a declaração, é necessário inserir os recebimentos na ficha correta. Isso se torna um desafio quando o corretor de imóveis possui mais de uma fonte de renda, ou quando tem alguma particularidade na comissão.

Como evitar a malha fina?

Muitos profissionais só se lembram do Imposto de Renda no período de entrega da declaração. Com isso, acabam transformando esse momento em uma corrida contra o tempo para reunir notas fiscais, comprovantes e documentos de meses anteriores.

A melhor forma de evitar a malha fina é manter a organização financeira ao longo do ano, e não apenas na época da declaração. Isso significa guardar notas fiscais, informes de rendimento, recibos e demais comprovantes assim que forem emitidos.

Dessa forma, quando chegar o momento de declarar, todas as informações já estarão organizadas, reduzindo as chances de esquecer algum dado, informar valores incorretos ou cair em inconsistências que podem levar sua declaração para a malha fina.

Economize em impostos e evite a malha fina!

Como pessoa física, o corretor de imóveis pode precisar pagar até 27,5% da sua comissão em impostos. Mas ao abrir um CNPJ no Simples Nacional, o profissional pode reduzir sua tributação para a partir de 6%, aumentando significativamente seu faturamento líquido.

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