Impacto nos financiamentos: como o aumento da taxa Selic afeta o mercado imobiliário

Taxa básica de juros, que é definida a cada 45 dias pelo Copom, tem forte influência no nas taxas de crédito no mercado imobiliário

O cotidiano dos brasileiros é repleto de termos e siglas, divulgados amplamente na mídia e presentes nos discursos de membros do poder público. A pequena palavra Selic, por exemplo, tem apenas cinco letras e uma importância grandiosa, afinal, é um desses termos bem recorrentes no vocabulário das notícias econômicas. Mas o que ela significa e qual sua influência no mercado imobiliário?

Selic é o acrônimo de Sistema Especial de Liquidação e Custódia, nome dado à taxa básica de juros no Brasil, responsável por causar diversos tipos de efeito no dia a dia dos brasileiros. Ela funciona como o principal controle da inflação (aumento contínuo e generalizado dos preços) e incide sobre quaisquer operações bancárias de crédito. Na prática, quanto maior for a taxa Selic, maior é o custo incorrido pelo banco.

O Comitê de Política Monetária (Copom) é o responsável por definir qual será a taxa básica de juros no Brasil, com base em indicadores financeiros do país, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). O órgão, constituído no âmbito do Banco do Brasil, reúne-se a cada 45 dias para analisar o cenário econômico e decidir qual será a Selic em vigor. Na reunião mais recente realizada pelo Comitê, nesta quarta-feira (4), a taxa aumentou de 11,75% para 12,75% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A Selic passa por um histórico recente de subidas e, com o aumento decretado no primeiro trimestre de 2021, o Brasil registra o décimo crescimento consecutivo da meta.

Obter crédito está mais difícil, mas ainda há saída

A definição da taxa básica de juros pelo Copom gera diversos impactos na sociedade, com influência direta na vida dos brasileiros e em todas as operações de crédito realizadas, como empréstimos e financiamentos. Em consequência ao aumento da Selic, o custo para as instituições fornecerem crédito também sobe. Por isso, se a taxa Selic aumenta, diminui a chance de um indivíduo conseguir um empréstimo com juros mais baixos.

Mas apesar de o cenário atual não ser dos mais favoráveis, isso não significa que não existem ofertas de crédito com juros mais baixos e melhores condições de pagamento. Um exemplo disso é o Home Equity (em português, Crédito com Garantia de Imóvel), uma modalidade de crédito onde um bem é colocado em garantia, o que possibilita a oferta de taxas bem mais baixas do que o crédito pessoal e até o consignado. mercado imobiliário

É o caso do crédito da Pontte, fintech de crédito imobiliário, que opera com taxa mínima de 0,79% ao mês mais IPCA em Home Equity. Além da taxa de juros mais baixa, a empresa ainda oferece carência de até seis meses para começar a pagar o empréstimo e outras flexibilidades, como a possibilidade de escolha de um mês do ano para nunca pagar a parcela, e de ajustar ou pular o valor do pagamento naquele mês mais apertado.

“Nos movimentamos constantemente para ampliar o acesso ao crédito e ajudar as pessoas e empresas a realizarem suas metas e sonhos. E queremos, assim como todo o país, que a economia se reaqueça, e que cada vez mais pessoas e famílias possam atingir seus objetivos através de um crédito mais justo e humano. É por isso que desde outubro de 2020 nossa taxa mínima permanece a mesma, e vamos segurá-la o máximo possível.” Disse Leandro Pasin, CEO da Pontte. mercado imobiliário

Por: Leandro Pasin é CEO da Pontte, plataforma de empréstimo digital.

Sobre a Pontte

A Pontte é uma fintech nascida em 2018 para construir um crédito mais humano, proporcionando mais igualdade e desburocratizando o processo de empréstimos no país. A empresa acredita que o acesso ao crédito precisa ser simples, inteligente, justo e flexível; para isso, investe em dados e tecnologia para oferecer taxas de juros mais baixas, prazos de pagamentos mais longos e mais controle sobre o contrato. A fintech acredita que os empréstimos devem se adaptar ao fluxo financeiro dos clientes, e não ao contrário.

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