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Minha Casa, Minha Vida Sustenta Crescimento do Mercado Imobiliário em 2025 Mesmo com Juros Altos

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Minha Casa, Minha Vida Sustenta Crescimento do Mercado Imobiliário em 2025 Mesmo com Juros Altos
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Mesmo com a taxa Selic em seu maior nível dos últimos 20 anos 15% ao ano, o mercado imobiliário brasileiro teve um início de ano positivo. Os números divulgados pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) mostram que o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) segue sendo a principal engrenagem do setor, garantindo crescimento tanto nas vendas quanto nos lançamentos.

Vendas e lançamentos em alta, impulsionados pelo programa Minha Casa, Minha Vida

De janeiro a março de 2025, o Brasil registrou a venda de 102.485 unidades residenciais, o que representa um crescimento de 15,7% em relação ao mesmo período de 2024. Os lançamentos também avançaram 15,1%, totalizando 84.924 novos imóveis inseridos no mercado.

Esses resultados foram impulsionados, majoritariamente, pelo Minha Casa, Minha Vida, que foi responsável por:

  • 53% dos lançamentos
  • 47% das unidades vendidas no período

Em um cenário de crédito caro, o MCMV tem sido a alternativa mais viável para as famílias brasileiras que buscam o sonho da casa própria.

Juros altos, crédito imobiliário difícil e ainda assim, mercado reagindo

Com a Selic em 15% ao ano, os financiamentos imobiliários fora do MCMV chegam a custar até 12% ao ano, encarecendo o crédito e dificultando a aquisição de imóveis. Nesse contexto, o MCMV se destaca por oferecer juros entre 4% e 8,16% ao ano, além de utilizar recursos do FGTS e permitir subvenções estaduais e municipais.

Segundo a CBIC, esse diferencial nos juros — que se aproximam de taxas reais próximas de zero — tem sustentado o otimismo no setor, mesmo em meio às incertezas econômicas e à redução do ritmo de lançamentos fora do programa.

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Retração pontual no comparativo com o final de 2024

Apesar da comparação anual positiva, os dados revelam uma queda em relação ao último trimestre de 2024:

  • Queda de 4,2% nas vendas
  • Redução de 28,2% nos lançamentos

Essa desaceleração é vista como momentânea e foi compensada pelo aumento da participação do MCMV e pela redução de estoques, que seguem equilibrados para atender à demanda dos próximos oito meses, segundo a CBIC.

O novo Minha Casa, Minha Vida e a criação da Faixa 4

Desde maio, o programa passou por importantes atualizações, incluindo a criação da Faixa 4, voltada para famílias com renda mensal entre R$ 8,6 mil e R$ 12 mil. Essa nova categoria permite o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil, com condições específicas:

  • Juros nominais de 10% ao ano
  • Prazo de pagamento de até 420 meses
  • Financiamento de até 80% para imóveis novos
  • Financiamento de até 60% para imóveis usados no Sul e Sudeste e 80% nas demais regiões

Essa faixa amplia significativamente o público atendido pelo programa, beneficiando principalmente os grandes centros urbanos como São Paulo, onde o programa já vinha ganhando protagonismo.

Atualização nos limites de renda para as demais faixas

O governo federal também reajustou os tetos de renda familiar das faixas existentes do MCMV:

  • Faixa 1: até R$ 2.850 mensais (antes R$ 2.640)
  • Faixa 2: até R$ 4.700 mensais (antes R$ 4.400)
  • Faixa 3: até R$ 8.600 mensais (antes R$ 8.000)

Com as mudanças, o teto de valor para aquisição de imóveis também foi ajustado:

  • R$ 350 mil para imóveis novos
  • R$ 270 mil para imóveis usados (na Faixa 3)

Leia também: Teto para financiamento de imóveis do Minha Casa, Minha Vida – Tabela 2025

Segundo o Ministério das Cidades, mais de 100 mil famílias serão beneficiadas com essas alterações nos limites de renda e financiamento.

Regiões que mais se beneficiam com o programa Minha Casa, Minha Vida

O levantamento da CBIC mostra que os melhores resultados estão concentrados nas regiões Norte e Nordeste, onde o MCMV representa a maior parte do mercado. O programa também tem mostrado força no Sudeste, com destaque para os lançamentos em São Paulo.

Além do crédito facilitado, o envolvimento de governos estaduais e prefeituras com subsídios adicionais tem contribuído para a viabilidade dos empreendimentos e o acesso da população de baixa e média renda à casa própria.

Oportunidade para corretores de imóveis

Para os corretores que atuam com imóveis populares e programas de habitação, o cenário atual é de grandes oportunidades. Com o MCMV ampliado e mais famílias dentro do perfil de financiamento, é fundamental:

  • Dominar as novas regras do programa
  • Saber orientar corretamente o cliente sobre limites de renda, valor do imóvel e subsídios
  • Estar atento às ofertas das construtoras com unidades enquadradas no MCMV

Além disso, há grande demanda por educação financeira e simulação de crédito, o que reforça o papel do corretor como um consultor de confiança na hora da compra.

Mesmo com a Selic elevada e o crédito tradicional mais caro, o brasileiro continua buscando seu imóvel. O Minha Casa, Minha Vida provou ser o principal motor do mercado imobiliário no 1º trimestre de 2025, respondendo por quase metade das transações.

Para quem atua no setor, é hora de entender a fundo as mudanças no programa, se especializar e aproveitar o momento para aumentar as vendas e gerar valor para o cliente.

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