O ano de 2026 começa com um cenário mais favorável para quem deseja investir em imóveis no Brasil. A expectativa de queda da taxa Selic, aliada ao aumento da oferta de crédito habitacional e ao fortalecimento dos programas de financiamento, cria um ambiente propício para a valorização dos imóveis e para a retomada mais consistente do setor.
Após um período marcado por juros elevados e maior cautela por parte dos compradores, o mercado passa a enxergar um novo ciclo de crescimento. A redução do custo do crédito tende a tornar os financiamentos mais acessíveis, ampliando o número de famílias aptas a comprar um imóvel e estimulando também o interesse de investidores.
Juros menores devem impulsionar vendas e investimentos
A possível queda da Selic ao longo de 2026 é apontada como um dos principais fatores de estímulo ao mercado imobiliário. Com juros mais baixos, as parcelas dos financiamentos ficam menos pesadas no orçamento, o que facilita a tomada de decisão de compra, tanto para quem busca o primeiro imóvel quanto para quem deseja investir.
A cada ponto percentual de redução dos juros, um grande contingente de potenciais compradores passa a ter acesso ao financiamento habitacional. Esse movimento tende a aumentar a demanda, acelerar as vendas e pressionar os preços dos imóveis, especialmente nos mercados com maior déficit habitacional.
Crédito mais acessível fortalece o setor
Outro ponto fundamental para o desempenho do mercado em 2026 é a expansão do crédito imobiliário. O uso de recursos do FGTS, os ajustes nos sistemas de financiamento e o reforço de programas habitacionais contribuem para sustentar a atividade do setor ao longo do ano.
Esse aumento da disponibilidade de crédito favorece principalmente os imóveis de menor e médio valor, que apresentam maior liquidez e velocidade de vendas. Como consequência, incorporadoras e construtoras tendem a lançar mais empreendimentos, ampliando a oferta e movimentando toda a cadeia produtiva da construção civil.
Segmentos do mercado imobiliário reagem de formas diferentes
O segmento de imóveis econômicos segue como o mais aquecido, impulsionado por preços mais acessíveis e melhores condições de financiamento. Já o mercado de renda média, embora ainda mais sensível ao custo do crédito, deve se beneficiar gradualmente da redução dos juros.No alto padrão, onde a dependência de financiamento bancário é menor, o impacto da Selic é mais limitado. Ainda assim, o ambiente de maior confiança econômica e de crédito mais farto contribui para manter o interesse de investidores e compradores com maior poder aquisitivo.
Fatores externos exigem atenção na hora de investir em imóveis no Brasil
Apesar das perspectivas positivas, o mercado imobiliário não está totalmente imune a fatores externos. O cenário econômico global, possíveis oscilações inflacionárias e o calendário político interno podem influenciar decisões de investimento ao longo do ano. Ainda assim, o consenso é de que o ambiente de 2026 tende a ser mais favorável do que o observado nos últimos anos.
Por que o corretor de imóveis é essencial na hora de investir em imóveis
Em um mercado aquecido, com maior oferta de crédito e expectativa de valorização dos imóveis, o papel do corretor de imóveis se torna ainda mais estratégico. É esse profissional que orienta compradores e investidores sobre as melhores oportunidades, avalia riscos, analisa tendências de preços e auxilia na escolha do imóvel mais adequado ao perfil de cada cliente.
Além disso, o corretor domina as regras de financiamento, conhece os detalhes dos programas habitacionais e ajuda a conduzir a negociação de forma segura e vantajosa. Em um momento de retomada e crescimento do setor, contar com um corretor qualificado pode ser o diferencial para fechar o melhor negócio, seja para morar, investir ou ampliar patrimônio.
Receba nossas atualizações Siga o canal “Notícias do Mercado Imobiliário” no WhatsApp



